sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

COMUNICAÇÃO

Como seres sociáveis, pelo menos em tese, nós nos comunicamos desde o momento em que nascemos até a hora da nossa partida deste mundo.
Neste intervalo de tempo, damos e/ou recebemos uma grande quantidade de informação, seja de forma direta ou indireta.
Na forma indireta, o indivíduo não interage pessoalmente com o comunicador, bons exemplos disso são: livros, filmes, artigos e etc., já na forma direta, há a presença de um comunicador e um ouvinte, e apesar de poder ou não haver interação mútua entre as partes, ambos têm mais controle do processo.
Este é um processo simples, no qual um ouve e o outro fala e vice-versa, salvo na presença de certas pessoas que falam de forma compulsiva, competindo diretamente com a sua respiração e que na maioria das vezes acabam falando para si próprias sem perceber.
A parte do falar, é relativamente simples e acredite... as pessoas têm muito a dizer, mas muito mesmo, principalmente aos outros, pois na maioria das vezes elas não têm nada para dizer a si próprias. E caso elas tenham alguma dificuldade de falar, há milhões de escolas, livros, sites para ajudá-las. É só querer!
Quanto à segunda parte, o ouvir, a situação é bem diferente, pois além da prática de ouvir não ser estimulada por pais, professores e afins, não há escola para ensinar esta preciosa habilidade.  Veja bem, escutar é um benefício da audição, mas para ouvir, a pessoa tem que prestar atenção não só nas palavras, mas nas entrelinhas, pois 55% do impacto da comunicação é não-verbal, 38% esta no tom de voz e apenas 7% nas palavras em si, de acordo com Albert Mehrabian, em seu livro ´Mensagens Silenciosas` . Para completar o quadro, segundo pesquisadores da área de comunicação, a média tolerável de atenção entre as pessoas hoje é de apenas 10 minutos!
No processo de comunicação, também é necessário mostrar um certo nível de engajamento através do contato visual e verbalmente, o que talvez não seja difícil, se comparado com a real necessidade de pôr de lado o julgamento,os filtros e as crenças para poder ouvir o conteúdo da mensagem, para então, finalmente responder com o devido respeito, mesmo que haja uma discordância entre as partes. 
Uma área de oportunidade para desenvolver a habilidade de ouvir, é reduzir o nível de diálogo interior, onde o foco está nas ideias e pensamentos do próprio ouvinte e não a mensagem que está sendo passada.
O custo da incapacidade de ouvir para indivíduos, empresas, governos etc, é astronômico e o nível de estresse é igual, se não for maior.
As mídias sociais, elevaram a importância do processo de comunicação ao seu topo, movidas pela desesperada necessidade das pessoas de pertencer e se auto-apresentar, mas...
Muito já foi dito a respeito de comunicação, mas para mim, como disse o mais original comunicador do Brasil, Chacrinha: "quem não se comunica, se trumbica".

Para entender como o coaching pode lhe ajudar na sua comunicação, ligue hoje e agende uma sessão teste, sem custo para você!

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sábado, 18 de fevereiro de 2017

TRABALHO


Esta é sem sombra de dúvida uma das coisas mais antigas que a humanidade inventou, e a conversa pode estar bem animada, mas se o assunto é trabalho, a fisionomia da maioria das pessoas muda imediatamente!


Uma coisa que me chama atenção, é como uma decisão que acarreta tantas consequências na vida das pessoas como a profissão, ocupa tão pouco espaço na cabeça de tanta gente. 

No caso específico do Brasil, aprendi que para muitas pessoas, a qualificação profissional adquirida com muito suor e gasto de recursos, através do curso superior, é a chave para fazer um concurso e aí sim, começa a vida profissional.  

Este condicionamento é facilmente entendido pela necessidade que temos de estabilidade, dentro do contexto cultural, social, político e econômico do País. Mas e é só isso que a pessoa merece na vida depois de tanto sacrifício?

Muitos definem o trabalho como: chato, repetitivo e estressante, mas o que mais chama atenção é que a falta de sentido não parece ser um ponto a ser considerado, visto que o dinheiro por si só é mais que suficiente para justificar o preço pago com um terço do dia da vida de uma pessoa.

Certa  vez li em uma pesquisa feita no mercado pelo Gallup International Institute, que nove de dez pessoas não gostam do trabalho que fazem ou prefeririam ter outro tipo de ocupação. 

Outro fato interessante é que muitos não têm consciência que eles escolheram o lugar para trabalhar, mas sim que a empresa o contratou, afirmam que estão lá única e exclusivamente porque precisam, porém ninguém obriga eles a irem trabalhar, eles vão com as próprias pernas.

 Ao meu ver, isto se inicia na escola que nos  “prepara“ para a vida profissional e que cujo sistema foi criado para nos ensinar a fazer trabalho de uma maneira chata, pois o aluno tem sempre que aprender isto ou aquilo todo santo dia, enquanto a oportunidade e  a vontade de querer aprender e descobrir novos mundos de uma forma interessante é simplesmente esquecida, pois a "nota" é o que interessa, visto que o objetivo é passar.

Vamos ao futuro para ver o que acontece quando o aluno quer escolher um trabalho ou uma carreira. Na hora da decisão, as pessoas consideram com frequência o mercado, o retorno financeiro, o prestígio da ocupação etc., esquecendo de considerar a sua aptidão natural e muitas vezes ele não conseguem encontrar sentido no que fazem.

Para saber se sua escolha foi certa, basta perguntar para si mesmo: se dinheiro não fosse problema ou eu não dependesse de trabalho, eu continuaria a fazer o mesmo tipo de trabalho que faço hoje. Ema caso positivo, parabéns!

Em caso negativo, aqui vão duas dicas:  Faça uma avaliação das consequências advindas de uma possível mudança, prepare um plano e faça acontecer.  Outra dica que vai lhe ajudar bastante é tentar focar sua atenção na tarefa que você estiver executando no momento presente, pois esta estratégia ajuda a diminuir o estresse associado com fazer um trabalho que você não gosta.

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

TEMPO

Quando resolvi escrever esta postagem, me perguntei qual seria a definição de tempo e quando fui a Wikipédia, vi muitas definições interessantes, mas resolvi escolher a mais tangível de todas:  “tempo é o que o relógio mede!”

A segunda pergunta foi:
Porque é que há tanta reclamação sobre ele?  pois parece que ele é o único culpado de não se disponibilizar para as pessoas fazerem com ele o que elas querem apesar do mundo estar quase todo automatizado.

E você, como lida como tempo? Você é empregado ou escravo dele? Pois goste ou não, ele é o patrão, e o nosso salário é saber aproveitá-lo bem, ao oposto de deixar ele nos esmague.

Quando conversamos sobre o tempo com algumas pessoas, umas dizem que têm tempo suficiente para fazerem tudo que querem,  já outras se apressam em dizer que não o têm para absolutamente nada e finalmente tem a turma que nunca nem pensou sobre isso.

A batalha contra o tempo atinge a grande maioria das pessoas e resulta em atraso, aborrecimentos, perdas e muito ESTRESSE.

Pois bem, como sabemos, objetivamente falando o dia tem 24 horas, das quais, em média, 8 podem ser dedicadas ao sono, três às refeições e lanches, duas aos afazeres diários, uma hora à locomoção, oito horas ao trabalho e no final, tudo que sobra são cerca de duas horas, caso não hajam atrasos na atividades anteriormente mencionadas.

Se você for um "empregado bom", estas duas horas restantes devem ser consumidas de forma subjetiva, ou seja, com coisas que você gosta e que dá sentido à sua vida. Prepare-se para querer mais pois a sensação que experimentamos é que elas duram apenas dois míseros minutos.

Será que tem alguma maneira de acrescentar mais tempo livre para as pessoas fazerem o que realmente querem?

Talvez a resposta seja sim, mas antes de começar, a pessoa vai ter que arranjar tempo para mudar certas coisas na vida, e aqui vão duas sugestões simples:

Primeiro, a pessoa deve assumir  o compromisso de querer mudar sua atual relação com o tempo, pois ela é mais importante que a maioria das coisas, ou seja, pense nisto como uma maneira de realmente viver sua vida e não apenas melhorá-la.

Segundo, uma vez assumido o compromisso, a pessoa deve tentar responder estas perguntas que a levarão a disponibilizar tempo extra para si própria:
·       
          Eu sei dizer NÃO, quando seu tempo já está completamente comprometido?
·        
          Eu procuro ver se há uma maneira melhor (ex: mais simples, prática, com menos custo, esforço etc.) ou está buscando ajuda com amigos que usam bem o tempo na sua opinião, ou vendo vídeos ou lendo para aprender a gerenciar o tempo melhor?

·        Eu estou priorizando minha lista de afazeres, e se sim, eu os concretizo em ordem de importância?

      Terceiro: comece a agir!

A vida é um presente e o tempo é um recurso restrito e em grande demanda, mas por que certas pessoas têm tempo suficiente para fazerem o que amam e outras simplesmente sucumbem a constante responsabilidade da vida que se manifesta no dia a dia?

Invista na sua gerência de tempo e aprenda a trabalhar com ele.

Já dizia Newman Sucupira que “ter é perder, para isso o tempo existe“.


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

SER E TER?

Desde muito cedo na vida, somos condicionados a nos associarmos com "coisas" materiais ou não, e este é o processo usado pelas pessoas para se definirem e projetarem uma imagem para o mundo.
Entre estas "coisas" podemos incluir nível social e econômico, profissão, possessões (carro, apartamento, celular, roupas, dinheiro) etc. que fomentam nossa auto percepção e alimentam  a percepção de terceiros.
Como a humanidade é feita de seres sociáveis, as pessoas geralmente têm que se esforçar para pertencer aos "grupos" que elas valorizam. Para muitos, uma vez dentro dele, o objetivo passa a ser se destacar dente os demais participantes.
Este fenômeno foi turbinado pelo advento da globalização, que deu às pessoas o acesso à tudo, desde que elas tenham como adquirir.
Para completar este cenário, o fenômeno da internet e das mídias sociais funcionam como um palco para que os "outros" possam ver como os protagonistas estão vivendo. Detalhe: os dois fenômenos funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana.
Satisfeitas as necessidades de pertencer(ter), de se destacar (ser), de adquirir (ter) e de compartilhar (ser)  deveríamos estar satisfeitos, certo? Sim, porém, esta satisfação é de curto prazo
Existe um exercício simples que pode ser muito útil para descobrirmos a essência de quem somos que consiste em nos imaginarmos desprovidos de todos os títulos, marcas, acessórios etc. e perguntar para nós mesmos o que sobrou.
Nós somos os nossos especialistas para fazer esta análise, porém, o medo, o desinteresse, as desculpas são algumas das razões que fazem deste exercício de autoconhecimento um desafio enorme para muitas pessoas.
O custo de não embarcar nesta viagem interior geralmente resulta em uma insatisfação constante movida por um senso de não sermos adequados, o que por sua vez fomenta uma necessidade de consumir desenfreada. 
Lembre-se que um possível desconforto pode ocorrer em decorrência da análise, seguida de uma sessação de vazio, que é o pré-requisito para conseguirmos enxergar nossa essência, que por sua vez é suficiente e adequada para nós mesmos, pois ela é quem realmente somos.
Acordar não é fácil, mas você pode fazer esta viagem possível. Experimente!
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