Neste intervalo de tempo, damos e/ou recebemos uma grande quantidade de informação, seja de forma direta ou indireta.
Na forma indireta, o indivíduo não interage pessoalmente com o comunicador, bons exemplos disso são: livros, filmes, artigos e etc., já na forma direta, há a presença de um comunicador e um ouvinte, e apesar de poder ou não haver interação mútua entre as partes, ambos têm mais controle do processo.
Este é um processo simples, no qual um ouve e o outro fala e vice-versa, salvo na presença de certas pessoas que falam de forma compulsiva, competindo diretamente com a sua respiração e que na maioria das vezes acabam falando para si próprias sem perceber.
A parte do falar, é relativamente simples e acredite... as pessoas têm muito a dizer, mas muito mesmo, principalmente aos outros, pois na maioria das vezes elas não têm nada para dizer a si próprias. E caso elas tenham alguma dificuldade de falar, há milhões de escolas, livros, sites para ajudá-las. É só querer!
Quanto à segunda parte, o ouvir, a situação é bem diferente, pois além da prática de ouvir não ser estimulada por pais, professores e afins, não há escola para ensinar esta preciosa habilidade. Veja bem, escutar é um benefício da audição, mas para ouvir, a pessoa tem que prestar atenção não só nas palavras, mas nas entrelinhas, pois 55% do impacto da comunicação é não-verbal, 38% esta no tom de voz e apenas 7% nas palavras em si, de acordo com Albert Mehrabian, em seu livro ´Mensagens Silenciosas` . Para completar o quadro, segundo pesquisadores da área de comunicação, a média tolerável de atenção entre as pessoas hoje é de apenas 10 minutos!
No processo de comunicação, também é necessário mostrar um certo nível de engajamento através do contato visual e verbalmente, o que talvez não seja difícil, se comparado com a real necessidade de pôr de lado o julgamento,os filtros e as crenças para poder ouvir o conteúdo da mensagem, para então, finalmente responder com o devido respeito, mesmo que haja uma discordância entre as partes.
Uma área de oportunidade para desenvolver a habilidade de ouvir, é reduzir o nível de diálogo interior, onde o foco está nas ideias e pensamentos do próprio ouvinte e não a mensagem que está sendo passada.
O custo da incapacidade de ouvir para indivíduos, empresas, governos etc, é astronômico e o nível de estresse é igual, se não for maior.
As mídias sociais, elevaram a importância do processo de comunicação ao seu topo, movidas pela desesperada necessidade das pessoas de pertencer e se auto-apresentar, mas...
Muito já foi dito a respeito de comunicação, mas para mim, como disse o mais original comunicador do Brasil, Chacrinha: "quem não se comunica, se trumbica".
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