Esta é sem sombra de dúvida uma das coisas mais antigas que a humanidade inventou, e a conversa pode estar bem animada, mas se o assunto é trabalho, a fisionomia da maioria das pessoas muda imediatamente!
Uma coisa que me chama atenção, é como uma decisão que acarreta tantas consequências na vida das pessoas como a profissão, ocupa tão pouco espaço na cabeça de tanta gente.
No caso específico do Brasil, aprendi que para muitas pessoas, a qualificação profissional adquirida com muito suor e gasto de recursos, através do curso superior, é a chave para fazer um concurso e aí sim, começa a vida profissional.
Este condicionamento é facilmente entendido pela necessidade que temos de estabilidade, dentro do contexto cultural, social, político e econômico do País. Mas e é só isso que a pessoa merece na vida depois de tanto sacrifício?
Este condicionamento é facilmente entendido pela necessidade que temos de estabilidade, dentro do contexto cultural, social, político e econômico do País. Mas e é só isso que a pessoa merece na vida depois de tanto sacrifício?
Muitos definem o trabalho como: chato, repetitivo e estressante, mas o que mais chama atenção é que a falta de sentido não parece ser um ponto a ser considerado, visto que o dinheiro por si só é mais que suficiente para justificar o preço pago com um terço do dia da vida de uma pessoa.
Certa vez li em uma pesquisa feita no mercado pelo Gallup International Institute, que nove de dez pessoas não gostam do trabalho que fazem ou prefeririam ter outro tipo de ocupação.
Outro fato interessante é que muitos não têm consciência que eles escolheram o lugar para trabalhar, mas sim que a empresa o contratou, afirmam que estão lá única e exclusivamente porque precisam, porém ninguém obriga eles a irem trabalhar, eles vão com as próprias pernas.
Ao meu ver, isto se inicia na escola que nos “prepara“ para a vida profissional e que cujo sistema foi criado para nos ensinar a fazer trabalho de uma maneira chata, pois o aluno tem sempre que aprender isto ou aquilo todo santo dia, enquanto a oportunidade e a vontade de querer aprender e descobrir novos mundos de uma forma interessante é simplesmente esquecida, pois a "nota" é o que interessa, visto que o objetivo é passar.
Vamos ao futuro para ver o que acontece quando o aluno quer escolher um trabalho ou uma carreira. Na hora da decisão, as pessoas consideram com frequência o mercado, o retorno financeiro, o prestígio da ocupação etc., esquecendo de considerar a sua aptidão natural e muitas vezes ele não conseguem encontrar sentido no que fazem.
Para saber se sua escolha foi certa, basta perguntar para si mesmo: se dinheiro não fosse problema ou eu não dependesse de trabalho, eu continuaria a fazer o mesmo tipo de trabalho que faço hoje. Ema caso positivo, parabéns!
Em caso negativo, aqui vão duas dicas: Faça uma avaliação das consequências advindas de uma possível mudança, prepare um plano e faça acontecer. Outra dica que vai lhe ajudar bastante é tentar focar sua atenção na tarefa que você estiver executando no momento presente, pois esta estratégia ajuda a diminuir o estresse associado com fazer um trabalho que você não gosta.
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