Inteligência, ao meu ver é talvez o aspecto mais fascinante dos seres humanos, e apesar dos grandes progressos da inteligência artificial (simulação da inteligência humana feita por máquinas), não há nada que se compare ao nosso cérebro, ou melhor, ao que podemos ou não fazer com ele.
Quando estávamos na escola, sabíamos quem era a elite da turma, o pessoal que só tirava 10 e que já haviam passado direto em Outubro, mas hoje se sabe que este tipo de inteligência é uma entre muitas e, talvez por isso, muitos destes felizardos da época escolar não conseguiram brilhar com a mesma intensidade no grande palco da vida. Mas, por que?
As circunstâncias nas quais as pessoas vivem, têm uma certa influência no que elas conseguem alcançar na vida, mas o que dizer a respeito da presença ou não de outras formas de inteligência como a: social, emocional, espacial, artística, linguística, corporal, inter e intra pessoal, naturalística, existencial, criativa dentre tantas outras...
O famoso teste de Q.I., que mede o quociente de inteligência das pessoas focando primariamente na capacidade cognitiva foi por muito tempo um passaporte para o sucesso, mas no mundo complexo e competitivo em que vivemos, ter outras inteligências agregadas à capacidade cognitiva é um diferencial muito valioso.
A conscientização generalizada de critérios adicionais para medir a inteligência de uma pessoa ficou bastante evidente depois do estrondoso sucesso do livro de Daniel Goleman chamado ´Iteligência Emocional`que decifrou de uma forma simples e clara a essência desta forma de inteligência.
A pergunta agora é... porque tanta interesse nas emoções?
Bem, talvez por causa dos muitos exemplos de pessoas que conseguiram tudo que queriam, mas ainda estão insatisfeitas. Pois para criar sentido na vida, é necessário ter relações pessoais fortes, e sem inteligência emocional fica praticamente impossível fazer isso.
Porém há como melhorar ou aumentar o senso de inteligência emocional através do(a):
- Aumento do autoconhecimento.
- Exercício do autocontrole.
- Habilidade de se colocar no lugar dos outros, ou seja, desenvolver empatia.
- Utilizar toda essa informação para trabalhar as habilidades de interagir com pessoas de maneira eficiente e eficaz.
Vamos conversar numa sessão teste de coaching para explorar as possibilidades de alcançar seus objetivos?
Lembre-se que como disse o grande Aristóteles "quem educa a mente e não educa o coração, não está se educando"
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